
Em 1959, o Santos realizou a sua primeira excursão para a Europa.
Visitou 9 países, disputou 22 partidas e marcou 78 gols, uma marca impressionante que aterrorizou os europeus, prova disso foram goleadas em grandes equipes, como a vitória por 7×1 sobre a Internazionale, e 5×1 no Barcelona.
Mesmo atuando em dias consecutivos, a equipe de Vila Belmiro não deixava de dar espetáculo, e isso deixava os europeus impressionados.
Em meio a tantos amistosos, o Santos teve tempo de disputar e vencer o Torneio de Valência e o Troféu Teresa Herrera.
– Trecho do Jornal, A Tribuna, de Santos:
“O Santos acumulou méritos para receber dos seus aficionados e de todos quantos acompanham a sua brilhante trajetória, os mais calorosos aplausos pela campanha cumprida em campos da Europa e que lhe valeu novas glórias, além de mais realçar-lhe o prestígio internacional. O Santos Futebol Clube, podemos afirmar tranquilamente, tornou-se no Velho Mundo, como fora na anterior excursão pelas Américas, um legítimo representante do virtuosismo brasileiro, enfim um digno delegado do “soccer” campeão mundial.”
Hoje infelizmente para nós santistas, os tempos são outros, e nesta excursão a possibilidade de um fracasso é enorme já que os papeis se inverteram, e caso consigamos atingir um resultado digno entre duas equipes que tem história, para nós já será motivo de orgulho. Basta esperar para vêr na próxima sexta-feira às 16:45 hs ao vivo pela TV aberta.



Poupando alguns titulares, o Santos embarcou para a cidade de Catalão em Goiás, onde o time enfrenta o CRAC nesta quarta-feira às 21h50 (de Brasília), pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. O técnico Claudinei Oliveira poupou o meias Montillo e Cícero, o zagueiro Edu Dracena e o lateral esquerdo Léo para a primeira decisão da equipe no segundo semestre.







